ASUS pode começar a fabricar memória RAM em 2026 — entenda o rumor, o impacto nos preços e a resposta oficial da empresa

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ASUS pode entrar no mercado de memória RAM em 2026 — rumores, contexto e o que isso significa

Rumor reacende debate sobre falta de memória e possíveis soluções da indústria

Com a demanda por servidores de inteligência artificial mantendo fabricantes focadas no setor corporativo, a oferta de memória RAM para consumidores ficou apertada ao longo de 2025. Em meio a esse cenário, um portal persa, Sakhtafzarmag, publicou que a ASUS estaria se preparando para fabricar memórias RAM já em 2026 — informação que, se confirmada, poderia atenuar a escassez para produtos da própria marca.

Por que a memória RAM está em falta?

Nos últimos meses, grandes fabricantes passaram a priorizar vendas diretas para empresas que montam servidores de IA, reduzindo a oferta para canais de varejo. A Micron, por exemplo, anunciou mudanças que incluem foco maior em componentes para data centers e movimentações como o fim de certas linhas de consumo, como a marca Crucial em alguns segmentos. O resultado foi aumento de preços e dificuldade para gamers e montadores de PCs amadores encontrarem módulos à pronta entrega.

O que o rumor diz sobre a ASUS e como a produção funcionaria?

Segundo o relato, a ASUS poderia inaugurar uma linha de produção de memória RAM até o segundo trimestre de 2026, com prioridade inicial para abastecer seus próprios produtos — incluindo famílias como ROG e TUF e modelos integrados em máquinas da marca. A fonte afirma que o portal já teria acertado vazamentos anteriores relacionados a CPUs, mas a publicação também ressalta que detalhes sobre fábricas, parcerias ou terceirização da produção não foram esclarecidos.

Resposta oficial e o cenário realista

Ao ser questionada pelo veículo taiwanês CNA, a ASUS afirmou que não planeja fabricar RAM, indicando que o rumor não tem um respaldo oficial. Mesmo que uma fabricante de placas e notebooks considere verticalizar parte da cadeia, a transição para produção própria envolve investimentos elevados em instalações, equipamentos e contratos com fornecedores de chips e embalagens — ou a opção de firmar parcerias com foundries e módulos já estabelecidos.

Analistas do setor ressaltam que, mesmo com novos entrantes, é provável que a normalização de estoques seja gradual. A expectativa de mercado é de que restrições persistam até 2027 ou 2028, dependendo da evolução da demanda por IA e das decisões das grandes fabricantes.

Conclusão: o relato sobre a ASUS fabricar RAM em 2026 é suficiente para despertar atenção, mas carece de confirmação e de detalhes operacionais. Enquanto isso, consumidores e jogadores devem acompanhar anúncios oficiais e possíveis acordos industriais que possam ampliar a oferta nos próximos anos.

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