Novo Ghost Recon (Project Ovr) pode se passar na Ásia, focar em realismo militar e incluir gestão de base, dizem vazamentos

PUBLICIDADE

Novo Ghost Recon (Project Ovr) pode se passar na Ásia e priorizar realismo militar, apontam vazamentos

Vazamentos indicam ambientação asiática, HUD minimalista, mecânica de esquadrão e um hub para recrutar e gerenciar soldados

Rumores apontam que o próximo capítulo da franquia Ghost Recon, conhecido nos bastidores como Project Ovr ou Project Overlord, vai trazer mudanças significativas na direção da série. Fontes com histórico de acertos, entre elas os insiders RogueTX e xj0nathan, sugerem que o jogo adotará uma ambientação na Ásia e um foco muito maior no realismo tático, afastando-se do tom mais arcade visto em Wildlands e Breakpoint.

Cenário e tom: Ásia como palco para operações furtivas

Embora o país exato ainda não tenha sido confirmado, a informação mais comentada pelos vazamentos é que a Ásia será o principal cenário. As especulações falam em locais que favoreçam infiltrações, camuflagem e operações em ambientes “mais brutais”, onde furtividade e posicionamento terão papel central nas missões.

Mudança no gameplay: simulador militar e inspiração em Ready or Not

Segundo as fontes, o novo Ghost Recon buscaria se aproximar de um “simulador militar imersivo”. Entre as referências citadas está o sistema de esquadrão de Ready or Not, jogo de tiro tático elogiado por sua ênfase em planejamento e execução. Espera-se uma experiência menos permissiva: inimigos e ambiente mais punitivos, exigindo atenção aos detalhes e tomadas de decisão cuidadosas.

Além disso, o HUD deve ficar drasticamente minimalista. A redução de elementos na tela tem o objetivo de aumentar a tensão e forçar os jogadores a confiar na observação do ambiente e em procedimentos táticos, em vez de marcadores e indicadores constantes.

Gestão de base e progressão contínua do esquadrão

Outra novidade importante apontada pelos vazamentos é a inclusão de uma mecânica de gerenciamento de base. Esse espaço funcionaria como um hub estratégico onde os jogadores recrutariam, administrariam e selecionariam os soldados antes das operações. A progressão do esquadrão seria contínua, com exigência de cumprimento de objetivos — incluindo missões semanais — para elevar níveis e eficiência dos membros.

Tecnologia, status de desenvolvimento e cautela

Fontes indicam que o jogo está sendo desenvolvido no Unreal Engine 5 e que a Ubisoft já mencionou o projeto em reuniões com investidores. No entanto, detalhes concretos ainda não foram confirmados oficialmente pela empresa. Diante disso, analistas e fãs são aconselhados a considerar as informações como rumores até que a Ubisoft divulgue dados oficiais.

Se o histórico dos insiders se mantiver, a franquia pode retornar com uma proposta mais tática e exigente — um caminho que deve dividir opiniões entre jogadores que preferem ação acessível e quem busca simulação e desafio. Resta aguardar anúncios oficiais para confirmar ambientação, mecânicas e janela de lançamento.

Mais recentes

PUBLICIDADE